Esses 7 erros estão sabotando a inclusão nas escolas — e quase ninguém está falando sobre isso

A maioria dos professores quer incluir. Quer fazer certo. Quer acolher, adaptar, entender e ensinar com justiça. Mas o que quase ninguém diz é: o sistema não forma, não apoia, não prepara. A inclusão está nos documentos oficiais, nas legislações e nos discursos — mas está faltando apoio real para quem está na linha de frente. E, enquanto isso, erros silenciosos seguem sendo cometidos nas escolas todos os dias. Não por má vontade. Mas por falta de estrutura, formação e tempo. Este texto não é uma bronca. É um convite. Pra olhar com honestidade, se reconhecer em alguns pontos — e sair com ferramentas reais pra mudar. A seguir, você vai conhecer 7 erros que ainda sabotam a inclusão escolar — e como professores conscientes estão superando esses desafios com coragem, criatividade e formação contínua.
  1. Achar que incluir é só “deixar estar na sala”
Receber um aluno com deficiência na turma não é inclusão de verdade. Quando o aluno está presente fisicamente, mas excluído pedagogicamente, o que temos é invisibilidade com crachá. O que muitos dizem: 🗨️ “Mas ele está ali, com os outros…” Sim. Mas está aprendendo? Participando? Sentindo-se parte? O que fazer: Incluir é garantir acesso, permanência, participação e aprendizado. Isso exige planejamento, escuta, apoio da gestão — e uma postura ativa, não apenas permissiva.
  1. Usar o mesmo planejamento para todos e “esperar que funcione”
É comum o professor pensar: 🗨️ “Com 30 alunos na sala, não dá pra adaptar pra cada um.” E essa angústia é real. Mas ignorar as diferenças não resolve — só adia (ou piora) o problema. O que fazer: Trabalhe com adaptações acessíveis, recursos variados e atividades em múltiplos formatos. Muitas vezes, adaptar é mais simples do que parece — mas é preciso saber como. E isso se aprende.
  1. Deixar o AEE como “responsável pela inclusão”
O AEE é importante, mas não substitui a sala de aula comum. Quando a escola “terceiriza” a inclusão para o professor do AEE, ela desresponsabiliza quem convive diariamente com o aluno. O que fazer: O ideal é uma parceria entre sala comum e AEE, com trocas constantes, metas em comum e planejamento integrado. Incluir é trabalho coletivo.
  1. Ignorar as tecnologias assistivas por receio ou desconhecimento
Muitos professores pensam: 🗨️ “Essas tecnologias são caras, difíceis ou complicadas de usar…” E acabam abrindo mão de recursos que poderiam abrir portas enormes para a aprendizagem. O que fazer: Comece simples: vídeos com Libras, aplicativos de leitura em voz alta, pranchas de comunicação visual. As tecnologias assistivas não são luxo — são ferramenta de acesso.
  1. Focar só no conteúdo e esquecer o afeto
Às vezes, sem perceber, o professor entra no modo “sobrevivência” da rotina: cumprir plano de aula, dar conta do conteúdo, avaliar. E o aluno com deficiência — que precisa mais do olhar humano do que da ficha de atividade — acaba sendo deixado pra depois. O que fazer: Inclua no seu plano afeto, escuta, vínculo. Às vezes, o maior recurso de acessibilidade é um professor que chama o aluno pelo nome, todos os dias, e acredita que ele pode aprender.
  1. Não envolver a equipe escolar como um todo
A inclusão não é função de uma pessoa só. Quando só o professor é cobrado, mas a equipe toda não está alinhada, o processo quebra. O que fazer: Realize encontros com toda a equipe: direção, coordenação, limpeza, segurança, merenda. Todos precisam entender que a escola só é inclusiva quando o ambiente inteiro acolhe.
  1. Acreditar que “fazer o mínimo” já é suficiente
Tem escola que se orgulha de ter uma rampa. De aceitar a matrícula. De deixar o aluno “fazer só o que quiser”. Mas isso, sozinho, não é inclusão — é manutenção da exclusão com outra roupa. O que fazer: Inclusão de verdade é planejar, adaptar, acompanhar, avaliar, corrigir e tentar de novo. É entender que cada aluno tem direito a aprender — e a escola tem o dever de garantir isso. 🌱 Como professores conscientes estão mudando esse cenário? Eles não têm todas as respostas — mas têm postura investigativa. Não fingem que sabem tudo — mas buscam formação contínua. Não estão sozinhos — se conectam com outros educadores que também querem fazer diferente. E acima de tudo: sabem que a escola só muda quando quem está dentro dela decide agir. 🎓 E se você quiser se preparar de verdade para essa missão? A São Luís EAD oferece a Pós-graduação em Educação Especial e Inclusiva, criada para professores e gestores que entendem que inclusão exige técnica, conhecimento, sensibilidade e ação. Com uma formação atualizada, ética e prática, você vai aprender a: ✅ Trabalhar com tecnologias assistivas e comunicação alternativa ✅ Aplicar adaptações curriculares reais e possíveis ✅ Atuar com competência no AEE e na sala comum ✅ Dominar a legislação e as políticas públicas educacionais ✅ Planejar ações inclusivas com toda a equipe escolar 👩‍🏫 Pra quem é essa especialização?
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  • Coordenadores e diretores escolares
  • Pedagogos, psicopedagogos e licenciandos
  • Educadores que querem fazer mais — e melhor
A mudança começa por quem tem coragem de aprender de novo Educação inclusiva não é caridade. É direito. Mas, pra garantir esse direito, precisamos de professores preparados, gestores atentos e escolas abertas ao novo. Se você chegou até aqui, é porque você já é parte da mudança. 👉 Agora, é hora de aprofundar. De transformar sua prática — e, com ela, transformar a vida de muitos alunos. Conheça a Pós em Educação Especial e Inclusiva da São Luís EAD. E torne-se referência em uma das áreas mais urgentes e humanas da educação. 🔗 Saiba mais sobre a São Luís EAD Principais Pós-Graduações para o Futuro da Docência 🎓 Pós-graduação em Inteligência Artificial na Educação 🎓 Pós-graduação em Inovação Educacional e Desenvolvimento Socioemocional 🎓 Pós-graduação em Gamificação na Educação 🎓 Pós-graduação em Neurociência na Educação 🎓 Pós-graduação em Tecnologias e Educação a Distância
Qual o principal problema apontado no texto sobre a inclusão escolar?

A falta de apoio, formação e estrutura para os professores, apesar da inclusão estar presente em documentos e discursos oficiais.

Por que a simples presença de um aluno com deficiência na sala de aula não garante a inclusão?

Porque a inclusão exige acesso, permanência, participação e aprendizado, o que demanda planejamento, escuta e uma postura ativa do professor, além do apoio da gestão. A presença física sem inclusão pedagógica resulta em invisibilidade.

Como lidar com a dificuldade de adaptar o planejamento para alunos com necessidades diversas em uma sala de aula com muitos alunos?

Utilizando adaptações acessíveis, recursos variados e atividades em múltiplos formatos. Adaptar pode ser mais simples do que parece, mas requer conhecimento e formação.

Qual o papel do AEE (Atendimento Educacional Especializado) na inclusão escolar?

O AEE é importante, mas não substitui o trabalho da sala de aula comum. O ideal é uma parceria entre o professor da sala comum e o professor do AEE, com planejamento integrado e metas em comum.

Como superar o receio ou desconhecimento em relação às tecnologias assistivas?

Buscar informação e formação sobre as tecnologias assistivas, reconhecendo seu potencial para ampliar o acesso ao aprendizado para alunos com deficiência.